É um filme fortíssimo e torna-se mais forte ainda por saber que é baseado numa história verídica.
"Mexeu" muito comigo...
Prometo que vou tentar escrever quase todos os dias uma coisa que seja! Volta e meia vão aparecer coisas interessantes... porque este é um blog onde se fala de tudo!

Há muito que defendo a ideia de que não existe mal nenhum em um bebé/criança dormir com os pais. Cada caso é um caso e só os pais é que sabem se isto é bom ou mau.
Ainda não tinha escrito nada sobre o filme, que já o vi há umas semanas, mas hoje estive a ver o fim porque há umas semanas estava meia a dormir e não me lembrava bem. Quando acabei fui pesquisar umas coisas na net e encontrei este artigo de Dan Nicolletta, amigo de Harvey Milk, que o acompanhou nos tempos em que este começou a luta pelos direitos dos gays (como Milk gostava que se chamasse). Achei interessante e fica aqui para quem queira ler.
O Sporting ganhou ao Belenenses por 2-1 no Restelo e mais uma vez foi prejudicado pela arbitragem. O ábitro e o fiscal-de-linha que o ano passado não marcaram um penalty a nosso favor na área do Benfica, este ano deixaram o Belenenses marcar um golo em fora-de-jogo, mas depois justificamos as derrotas sempre com o árbitro! Hoje o Sporting ganhou e volto a falar do árbitro! Isto é uma vergonha e cada vez está pior!
Gostei imenso, é um filme à Woddy Allen, sem dúvida, mas muito bom! A Penélope faz realmente um grande papel, típica espanhola e o Javier... hum... o Javier... gostei muito. Aconselho a quem ainda não viu, a verem o filme.
Se tivesse que escolher uma personagem, seria claramente a Vicky com um bocadinho de Maria Elena.
Eu até percebo que possam existir, aliás existem de certeza como em qualquer emprego! O que me custa a aceitar e transcende-me mesmo, é que isso possa prejudicar uma equipa!
njugar as coisas e encontrar um equilíbrio para bem da empresa ou para bem da equipa, neste caso. Estas atitudes só prejudicam e ninguém ganha com isso. As pessoas aprendem a viver e trabalhar com estas incompatibilidades, ninguém quer que sejam amigos, apenas que se comportem como profissionais (bem pagos) que são.